Oberon é o segundo maior satélite natural (lua) do planeta Úrano. O astrônomo William Herschel que descobriu o planeta Úrano, descobriu também esta lua de Úrano em 1787. Em 1986, a sonda espacial Voyager 2 passou pelas proximidades de Oberon, tendo obtido muitas fotos do mesmo e assim ficamos a saber mais sobre este satélite de Úrano.
Oberon tem um diâmetro de aproximadamente 1.523 km, ligeiramente menor que Titânia, o maior satélite do planeta Úrano, que tem 1.577 km de diâmetro. Oberon orbita a uma distância média aproximada de 584.000 km de Úrano.
Oberon demora cerca de 13,5 dias terrestres a completar uma volta ao redor de Úrano (translação), o mesmo tempo que demora a completar uma volta sobre si próprio (rotação). Trata-se portanto de uma rotação sincronizada. Isto faz com que Oberon tenha sempre a mesma “face” voltada para o planeta Úrano, situação que ocorre também com a maioria dos satélites dos planetas do Sistema Solar.
Oberon é um corpo constituído essencialmente por rocha e gelo. A sua superfície é caracterizada pela existência de muitas crateras de impacto, resultante de colisões com asteroides e cometas. Quando a Voyager 2 passou pelas proximidades desta lua de Úrano, obteve fotos de cerca de 40% de sua superfície. A maior cratera encontrada tem cerca de 2o6 km de diâmetro, a cratera Hamlet. Também foram observadas falhas na superfície do satélite Oberon.
Mostrando postagens com marcador Sistema Solar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sistema Solar. Mostrar todas as postagens
27 novembro, 2014
12 novembro, 2014
Sonda Rosetta acaba de fazer pouso em cometa.
A Agência Espacial Europeia (ESA) realizou um feito histórico no início da tarde desta quarta-feira. Às 14h02 no horário de Brasília, o mpdulo Philae pousou na superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, o primeiro do tipo por um equipamento construído pela Humanidade. Depois de quase meia hora de tenso silêncio, tempo que os sinais de rádio e TV do módulo e da sonda levam para cruzar os 510 milhões de quilômetros que os separam atualmente da Terra, a confirmação do sucesso foi recebida com alívio e festa no centro de controle da missão na cidade alemã de Darmstadt.
A delicada manobra teve início às 7h03 desta manhã, quando o módulo se liberou da sonda Rosetta, com a qual viajou mais de dez anos e 6,5 bilhões de quilômetros para chegar até o cometa. Segundo a ESA, o Philae já está enviando dados de telemetria, mas os arpões que deviam ajudar a ancorar o módulo no objeto não dispararam, trazendo dúvidas sobre se ele conseguirá se manter no lugar. Com cerca de cinco quilômetros de comprimento, quatro de largura e dois de profundidade e uma massa estimada em 10 bilhões de toneladas, o cometa tem uma gravidade 100 mil vezes menor que a do nosso planeta.
O Philae leva a bordo dez instrumentos que farão imagens e investigarão a composição do cometa, suas propriedades físicas e estrutura interna e procurarão identificar a presença de moléculas orgânicas nele, além de recolher amostras para análises microscópicas. Com isso, os cientistas esperam obter mais pistas sobre o processo de formação do Sistema Solar e até da origem da vida na Terra. fonte
- Leia também: Rosetta próximo de pouso em cometa, diz ESA
- É um passo enorme para a Humanidade - comemorou o diretor-geral da ESA, Jean-Jacques Dordain. - Sabemos que estes sinais não vêm simplesmente do céu. Eles vêm também do trabalho duro dos especialistas e do conhecimento europeus. Somos os primeiros, e isso vai ficar para a sempre.
A delicada manobra teve início às 7h03 desta manhã, quando o módulo se liberou da sonda Rosetta, com a qual viajou mais de dez anos e 6,5 bilhões de quilômetros para chegar até o cometa. Segundo a ESA, o Philae já está enviando dados de telemetria, mas os arpões que deviam ajudar a ancorar o módulo no objeto não dispararam, trazendo dúvidas sobre se ele conseguirá se manter no lugar. Com cerca de cinco quilômetros de comprimento, quatro de largura e dois de profundidade e uma massa estimada em 10 bilhões de toneladas, o cometa tem uma gravidade 100 mil vezes menor que a do nosso planeta.
O Philae leva a bordo dez instrumentos que farão imagens e investigarão a composição do cometa, suas propriedades físicas e estrutura interna e procurarão identificar a presença de moléculas orgânicas nele, além de recolher amostras para análises microscópicas. Com isso, os cientistas esperam obter mais pistas sobre o processo de formação do Sistema Solar e até da origem da vida na Terra. fonte
Rosetta próximo de pouso em cometa, diz ESA
A Agência Espacial Europeia, ESA, recebeu a confirmação na manhã desta quarta-feira (12) de que o módulo espacial Philae se desprendeu da sonda Rosetta e segue em direção ao cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko.
A liberação aconteceu no tempo previsto pelos cientistas, às 7h03 (horário de Brasília). Se tudo der certo, em algumas horas os cientistas poderão comemorar a primeira vez que um robô pousa em um cometa. Porém, há chance de 50% de a missão fracassar.
Por isso, os controladores de voo em Darmstadt, na Alemanha, sede da ESA, enfrentarão uma espera de sete horas de uma lenta queda livre, que alcançará a velocidade de 1 m/s no momento do impacto. Existe ainda um intervalo de 28 minutos e 20 segundos entre a emissão do sinal da Rosetta e a recepção dele na Terra - tempo chamado pelos cientistas como "minutos de terror".
A missão tem o objetivo de estudar materiais restantes da formação do Sistema Solar que estão no cometa, além de gases e gelo. A pesquisa ajudará a entender a formação dos planetas e o surgimento da vida na Terra.
A sequência de eventos prevista é a seguinte, (no horário de Brasília):
07:03. Separação da Philae a 22,5 km do núcleo. Começa a fase de descida e pouso.
07:43. A Rosetta executa uma manobra de afastamento.
08:00. O controle da missão recebe a imagem de "despedida" da Philae após se soltar da Rosetta.
09:03. A sonda Rosetta aponta para a Philae para poder receber seus dados.
14:03. Pouso da Philae
15:00. Divulgação das primeiras imagens.
15:03. Início das primeiras operações de ciência.
Rosetta é uma sonda espacial construída e lançada pela Agência Espacial Europeia (ESA) com a missão de encontrar-se no espaço e fazer um estudo detalhado do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, que viaja entre as órbitas da Terra e de Júpiter. Ela integra o conjunto de missões Horizon 2000 da agência espacial e é a primeira sonda construída para orbitar e pousar num cometa.
Por isso, os controladores de voo em Darmstadt, na Alemanha, sede da ESA, enfrentarão uma espera de sete horas de uma lenta queda livre, que alcançará a velocidade de 1 m/s no momento do impacto. Existe ainda um intervalo de 28 minutos e 20 segundos entre a emissão do sinal da Rosetta e a recepção dele na Terra - tempo chamado pelos cientistas como "minutos de terror".
![]() |
| Técnicos da ESA comemoram o momento em que o robô Philae se desprende da sonda Rosetta (Foto: Reprodução/ESA) |
A sequência de eventos prevista é a seguinte, (no horário de Brasília):
07:03. Separação da Philae a 22,5 km do núcleo. Começa a fase de descida e pouso.
07:43. A Rosetta executa uma manobra de afastamento.
08:00. O controle da missão recebe a imagem de "despedida" da Philae após se soltar da Rosetta.
09:03. A sonda Rosetta aponta para a Philae para poder receber seus dados.
14:03. Pouso da Philae
15:00. Divulgação das primeiras imagens.
15:03. Início das primeiras operações de ciência.
Rosetta saiba mais.
Rosetta é uma sonda espacial construída e lançada pela Agência Espacial Europeia (ESA) com a missão de encontrar-se no espaço e fazer um estudo detalhado do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, que viaja entre as órbitas da Terra e de Júpiter. Ela integra o conjunto de missões Horizon 2000 da agência espacial e é a primeira sonda construída para orbitar e pousar num cometa.
Assinar:
Postagens (Atom)



